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Circo

Dezembro 20, 2005
Curva e contra-curva com circo glaciário…

Tudo porque andamos por muitos locais, às voltas, e, por vezes, a vida contorce-se em curvas, pára, abranda e/ou retoma o andamento de um lado para o outro.
A foto do post anterior foi tirada numa viagem, pelas montanhas, num ritmo acelerado, 5 ou 6 mil km em cinco dias. Porque os olhos necessitavam de voltar a ver o branco da neve e um outro País. Poder partilhá-lo com mais 4 olhos foi uma bênção.
Quanto à palavra circo, sempre gostei de circo, do outro, que tem palhaços, corda bamba, acrobatas, música, risos e gente. E no Natal costuma haver circo, com muitas cores. E há nomes que nos sussurram ao ouvido músicas inesperadas, as suas associações voam na memória até tempos ainda mais remotos, sem perder de vista o Presente. Gosto deste circo glaciário. Muito. O gelo conserva, a neve encaixa-se no circo naturalmente aconchegante.
E o(s) circo(s) têm natureza humana e têm Mão de um Arquitecto chamado Tempo.
De longe observo a foto e lembro-me da neve, branca que quase nos cegava. Lembro-me que a natureza brilha e mostra espectáculos naturalmente emocionantes e silenciosos, como a Paz de que necessitamos tanto, todos os dias.

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