Archive for Abril, 2006

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FECHADO PARA OBRAS :)< Aqui em casa as obras estão…

Abril 30, 2006
FECHADO PARA OBRAS
🙂
Aqui em casa as obras estão quase, quase a começar e ainda tanta tralha para arrumar!Tem sido uma luta.
Quando tiver tempo o blogue irá também para remodelação… !

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faz-se quase vazio

Abril 29, 2006


faz-se

quase

vazio

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Quando eu vim para este mundo viajei em inúmeros m…

Abril 29, 2006
Quando eu vim para este mundo viajei em inúmeros meios de transporte. Passeei, graças aos braços maternos e paternos, levantei-me do chão, pedalei com ímpeto em várias bicicletas; sobrevivi a prováveis asfixias no metro e em autocarros, arrisquei o pescoço em carros de muitas cores e feitios, andei a pé nos aviões ( para testar a sensação), quase que adormeci com a cadência dos comboios e – felizmente – concluo restarem-me ainda muitos meios de transporte para utilizar.
Confesso que uma das viagens que faço sempre com muito gosto é a que me é proporcionada pela leitura e pela música.
No entanto, o meio de transporte que tenho usado com alguma frequência nos últimos anos é virtual. “Viajar de computador” tornou-se um hábito tão estranhamente arreigado quanto outros. Por isso aqui venho a este espaço, para saciar a sede causada por um sedentarismo que contrasta com o apelo (tão secreto quanto estes o podem ser) à caminhada…
E pergunto-me: qual será o meio de transporte que quem por aqui passa gosta e/ou utiliza?
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Ontem foi mais um 25 de Abril. Um Avril au Portuga…

Abril 25, 2006
Ontem foi mais um 25 de Abril. Um Avril au Portugal pós 74 e inacreditavelmente ninguém perguntou: onde estava em 74? Mas digo ai digo pois. -Estava no Alentejo onde as notícias chegaram depressa, o dia estava bonito e o ar repleto de cheiros que aguçavam o apetite. É tudo o que me lembro, o resto aprendi com quem me ensinou, ao longo dos anos, tendo a palavra liberdade em relevo.
Hoje o dia esteve radioso, o Sol e o ar convidavam os passantes a prolongarem a sua estadia fora de casa.
– Mas estive dentro de casa pois… tomei a liberdade de passar o dia a trabalhar numa ocupação que exigiu um esforço físico acrescido (tipo as chamadas de valor acrescentado). Como tenho dificuldade em trabalhar lentamente, passadas algumas horas tenho que admitir que exagerei, uma vez que sinto todos os ossos das minhas costas, estas parecem ter sofrido um abalo sísmico. Vou recorrer ao livro das plantas para encontrar uma solução para tamanhas maleitas. Deverei procurar as ervas com propriedades curativas, depois preparar o remédio certo? Que trabalheira, com um pouco de sorte, quando a mezinha estiver concluída, já não necessitarei de nada. Um pouco de optimismo é também um muito bom remédio. E por aqui me fico.
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Não resisti. A tenda tinha por cima um letreiro a…

Abril 24, 2006

Não resisti. A tenda tinha por cima um letreiro a dizer: Feira do Livro. Nada como entrar. Parei logo na primeira fila de livros. Pareciam esperar para saírem dali. Assim foi, minutos depois, antes das 17 h chegarem e me levarem até outro território, cedi à tentação. Cinco livros foram postos num saco de plástico que foi prontamente transportado até casa: Ervas, Usos e Saberes; Dicionário Gastronómico; O Elogio do Vinho… e dois mini-livros de Doces do Mundo (um deles ficou aberto no pudim de milho verde de Cabo Verde)!
Conclusão, antes de entrar numa tenda é melhor medir o nível de açúcar no sangue! Ai ai, senão as fotos saem desfocadas…
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Há momentos em que ficamos suspensos, num trapézio…

Abril 23, 2006

Há momentos em que ficamos suspensos, num trapézio, numa frase, num grito e no silêncio.
Assim o determinam o tempo, a vida e as mãos. Mesmo as mais pequenas podem doer, desgastadas pela repetição ou pela inércia impostas, mas agarram-nos ao braço, ao fio, a nós e aos outros.
A ternura quando demonstrada tem carácter incondicional, será, talvez, a nossa companhia mais fiel. Quando está connosco, cá dentro, nem sei se espera e faz fila, como na paragem do autocarro, ou, se evoca espalhafatosamente emergência e circula num carro com os quatro piscas ligados…
Observo o ar tranquilo do gato e a sua confiança e felicidade comovem-me. Ele acomoda-se num cantinho, feliz a ronronar e a observar cada gesto meu. Não parece ligar ao tempo e não tem ar de esperar… ele não me faz companhia, ele deixa-me acompanhá-lo.