Archive for Dezembro, 2008

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E parabéns

Dezembro 14, 2008

 

… ao Tomás, pelos dez anos que festeja hoje.  Desejo-lhe que continue a ter um presente feliz e um futuro cheio de imensos momentos de felicidade.

O rapaz parece ter pontaria, leva os jogos muito a sério e acerta muitas vezes na baliza, tem uma energia imparável e um olhar que me recorda o meu pai, quando o vejo faz-me sorrir e transmite-me uma sensação de felicidade, sei lá  porquê… 

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Sapatinhos de quê?

Dezembro 14, 2008

Ora bem, na semana passada, diverti-me a conversar com um grupo de jovens sobre a história da princesa com sapatos de cristal. Porque seriam de cristal, algo tão duro e certamente desconfortável…e … nos pés? Interpelados sobre esta questão, ninguém chegava a consenso. Como quem não quer a coisa, recorri a duas palavras francesas, pois a língua francesa é pouco divulgada junto dos nossos jovens, e, foi jogando com a semelhança entre “vaire” e “verre” que brinquei até chegar à hipótese do cristal enquanto material plausível para sapatos de princesa. A explicação, mais ou menos plausível, é em todo caso fruto da tradição oral e sua transmissão.

Pois… Os tempos andam difíceis e já ninguém acredita em princesas e em príncipes. Vejamos, se fizermos uma espécie de “equiparação” entre os antigos representantes (reis, rainhas…príncipes… conselheiros…) e os actuais representantes políticos (ministras, presidentes,…) verificamos que na actualidade o “povo”, se manifesta (não interessa se bem ou mal). Com ou sem pontaria lançam-se ovos… ou sapatos. Já é mais do que simples transmissão ou tradição, tratam-se de lançamentos (não de livros) do que se tem à mão.  Não deixa de ser profundamente irónico e mesmo se não sou apologista de agressões, devo dizer que nos dois casos, ovos /sapatos não consegui conter o riso, mas deve ser fruto do meu sentido de humor meio doido… só me ocorre o provérbio: “quem tem telhados de vidro…

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a propósito…

Dezembro 9, 2008

…acabei de ler que no Sobreiro assaltaram um multibanco, fugiram com o dito cujo … e perderam-no (literalmente) durante a fuga.

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Contas? É melhor não…

Dezembro 9, 2008

Perante uma estranha incapacidade que parece ter tomado conta de mim, decidi aproximar-me dos montes de papéis arrumados em capas coloridas.

Comecei a somar: setenta vezes três, mais 19. Parei, o ritmo cardíaco não obedecia aos pedidos do cérebro. Ainda tantas páginas para corrigir, ler… fui tentar passear nas entrelinhas mas quando o cérebro coxeia, caminhar não é um exercício aprazível.

O que antes fazia com a surpresa maravilhada de querer saber (teriam conseguido, compreenderam o essencial, não estão perdidos, gostam?) tornou-se tarefa obrigatória e cansativa demais por exaustão e tanto cansaço semeado de preocupações. É o que dá fazer contas!

Nada como ir até ao ponto mais afastado da mesa de trabalho, numa tentativa última de conseguir distância de tudo o que magoa.  Assim, por momentos consegue-se ouvir a música, o ressonar dos gatos e o crepitar do fogo. Amanhã terei trabalho extra, hoje vou praticar a arte da fuga temporária, não tenho ilusões, apenas uma dúvida: quando será que a arte da fuga me levará com ela, misturada no rol das coisas boas e das que não têm valor?

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Frase do dia…

Dezembro 8, 2008

“Quando o descontentamento não se expressa é natural que se sintam efeitos secundários, estes, presentes em formas mais ou menos físicas, contribuem para um estado que se associa ao sentimento de perda.  Nada que umas amoras silvestres não possam resolver…”

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